O Ministério da Saúde perderá R$ 5,8 bilhões, ficando com menos recursos do que o governo havia previsto no projeto enviado ao Congresso. Outras áreas sociais, como Educação, Previdência e Trabalho, sofreram cortes que somam R$ 2,35 bilhões. Congelamento de gastos afetou até os ministérios responsáveis pelas obras de infra-estrutura, como Cidades e Transportes, carros-chefe do Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC). Governo reconheceu ter focado os cortes, principalmente, nas emendas propostas por parlamentares.