A aviação civil brasileira terá de conviver por mais três anos com a falta de controladores de vôo, mesmo com a inauguração, no mês passado, de novo centro de formação. Pelos cálculos do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), o déficit atual de 1.500 profissionais só estará superado em 2010. Há mais máquinas para monitoramento de aviões do que pessoal para operá-las. “Não consigo mantê-las em funcionamento as 24 horas do dia”, conta o diretor-geral do Decea, major-brigadeiro Ramon Borges Cardoso