Diante da repercussão negativa, o governo recuou do plano, divulgado no domingo pelo Estado, de dar uma espécie de anistia para fazendeiros que desmataram a Amazônia ilegalmente. A idéia - confirmada pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianca - era permitir que os devastadores mantivessem desmatada metade de suas terras, desde que se comprometessem a recuperar a floresta na outra metade. A divulgação do projeto desagradou a ministra do Meio Ambiente