Os megainvestidores que desembarcaram no Brasil nos últimos anos para explorar o mercado de açúcar e álcool não estão impressionados com tentativas internacionais de desqualificar biocombustíveis. Além de manter projetos, eles não descartam ampliações. Dados da União da Agroindústria Canavieira mostram que em seis anos o setor receberá mais US$ 17 bilhões. A alegação de instituições como o Fundo Monetário Internacional é de que cana e milho, entre outras culturas usadas para produzir etanol, estão substituindo plantações de alimentos